sexta-feira, 25 de novembro de 2005
Agora ou nunca...
Pessoas estão indo. Para não voltar. Dá um aperto no peito. Jovens, idosos, próximos, não tão próximos, conhecidos, famosos. Essas últimas semanas estão no mínimo, digamos, consternadoras. Está na hora de começar a viver de verdade.
quarta-feira, 23 de novembro de 2005
Te amo
Leva... a brisa me leva para casa, ao coloUnico, carinhoso e quente pólo. Uma
Ilha de calma, de serenidade, de
Zelo, de alegria, de amor. Dele,
O homem que segue, que luta, que brilha
Tanto que inspira. Que tem
A alma de mãe e o coração de irmão em um corpo de pai
Vivido, muitas vezes sabido, noutras tantas só um guri e, na
Intensidade do amor que sinto, peço em prece
Olha por ele, Pai, cuida dele, o meu pai, porque ele merece...
terça-feira, 22 de novembro de 2005
Gotas
Bom, uma de minha leituras diárias está temporariamente fora do ar. Pra quem não sabe, o Pensar Enlouquece está atendendo provisoriamente na casa antiga.
Devo estar com algum problema. Vaguei, vaguei, vaguei entre as estantes de DVDs da Americanas e não deu vontade de comprar nenhunzinho...
Devo estar com algum problema. Vaguei, vaguei, vaguei entre as estantes de DVDs da Americanas e não deu vontade de comprar nenhunzinho...
Tem tanta coisa na lista de coisas que ficaram de fora no HP&GOF que eu tô um baita medo de me decepcionar com o filme...
Alguém pode pedir pro PFL mudar a propaganda deles veiculada no horário nobre das TVs? Aqueles depoimentos forçados, aquela voz ameaçadora que me dá medo e o comportamento birrento do Rodrigo Maia nas entrevistas fazem com que eu risque de vez o PFL da minha lista de possíveis alternativas políticas. Parece aquele velho conhecido que não perde a chace de repetir "eu disse, eu disse, eu disse". Só que com a voz do Vincent Price... Credo!
A parte legal, ou melhor, ótima do post fica, é claro, para o final: Tudo em Simas! agora no Orkut. Carinho da Poly :o) . Mais uma vez, obrigada amiga...
domingo, 20 de novembro de 2005
Quase lá!
"Ainda bem que eu sou Flamengo!
Mesmo quando ele não vai bem
Algo mediz em rubro-negro
Que o sofrimento leva além
Não existe amor sem medo
Boa Noite!"
[Djavan]
Falta só um pontinho!!!!
Mesmo quando ele não vai bem
Algo mediz em rubro-negro
Que o sofrimento leva além
Não existe amor sem medo
Boa Noite!"
[Djavan]
Falta só um pontinho!!!!
A Profecia
Há mais de um ano recebi a seguinte tirinha:
Não é que o desenhista foi um tanto profético? Na época ainda pensei nisso, mas depois abandonei a questão, achando que estava colocando a carroça na frente dos bois.
O caderno Boa Chance dO Globo de hoje fala disso. O título da matéria é www.deolhonoOrkut.com (não dá para colocar o link porque semana que vem a matéria sai do ar). Algumas empresas já estão usando o site como ferramenta de auxílio na triagem de candidatos e não escondem o fato. Alegam que o site pode sinalizar se as pessoas são populares, interessadas, antenadas. Baseiam-se nos scraps, nos perfis dos amigos e conhecidos e principalmente nas comunidades.
Especialistas estão divididos. Alguns acham que, uma vez que as informações são públicas, não existe ali, nenhum segredo, logo se descaracteriza a invasão de privacidade. Por outro lado, existem os que acham que as informações disponíveis no site são pessoais e só dizem respeito às pessoas do ciclo de relacionamento do cidadão. Ali estariam informações como, por exemplo, preferência sexual, tópico que, dificilmente, é abordado em entrevistas de emprego. Realmente, não me lembro nunca de sido perguntada diretamente “você é gay?”. Ou mesmo, “qual a sua opinião sobre homoafetividade?”.
A questão é delicada. A matéria pode ser resumida nestes dois parágrafos:
“VANTAGENS: Ter uma rede virtual de relacionamentos bem organizada é, para alguns consultores, fator crítico de sucesso. O raciocínio das empresas é que o profissional é popular e pode fazer contatos de negócios.
DESVANTAGENS: O perfil do candidato pode depor contra. Ele pode ser mal interpretado, por exemplo, se, de brincadeira (ou não), fizer parte de comunidades de pessoas que detestam trabalhar ou que adoram uma bebidinha.”
Eu prefiro pensar um pouco mais a respeito antes de tirar minhas conclusões. Lembrando Coração de Cavalheiro, os selecionadores poderão se comportar como Conde Adhemar que diria “você foi, pesado, medido e avaliado; em que mundo você teria sucesso?” ou como o Príncipe Edward, que diria “seus homens te amam; para mim isso basta”.
Não é que o desenhista foi um tanto profético? Na época ainda pensei nisso, mas depois abandonei a questão, achando que estava colocando a carroça na frente dos bois.O caderno Boa Chance dO Globo de hoje fala disso. O título da matéria é www.deolhonoOrkut.com (não dá para colocar o link porque semana que vem a matéria sai do ar). Algumas empresas já estão usando o site como ferramenta de auxílio na triagem de candidatos e não escondem o fato. Alegam que o site pode sinalizar se as pessoas são populares, interessadas, antenadas. Baseiam-se nos scraps, nos perfis dos amigos e conhecidos e principalmente nas comunidades.
Especialistas estão divididos. Alguns acham que, uma vez que as informações são públicas, não existe ali, nenhum segredo, logo se descaracteriza a invasão de privacidade. Por outro lado, existem os que acham que as informações disponíveis no site são pessoais e só dizem respeito às pessoas do ciclo de relacionamento do cidadão. Ali estariam informações como, por exemplo, preferência sexual, tópico que, dificilmente, é abordado em entrevistas de emprego. Realmente, não me lembro nunca de sido perguntada diretamente “você é gay?”. Ou mesmo, “qual a sua opinião sobre homoafetividade?”.
A questão é delicada. A matéria pode ser resumida nestes dois parágrafos:
“VANTAGENS: Ter uma rede virtual de relacionamentos bem organizada é, para alguns consultores, fator crítico de sucesso. O raciocínio das empresas é que o profissional é popular e pode fazer contatos de negócios.
DESVANTAGENS: O perfil do candidato pode depor contra. Ele pode ser mal interpretado, por exemplo, se, de brincadeira (ou não), fizer parte de comunidades de pessoas que detestam trabalhar ou que adoram uma bebidinha.”
Eu prefiro pensar um pouco mais a respeito antes de tirar minhas conclusões. Lembrando Coração de Cavalheiro, os selecionadores poderão se comportar como Conde Adhemar que diria “você foi, pesado, medido e avaliado; em que mundo você teria sucesso?” ou como o Príncipe Edward, que diria “seus homens te amam; para mim isso basta”.
Mãos Atadas
[Simone Saback]
Tenho as mãos atadas ao redor do meu pescoço
Eu queria mesmo era tocar seu corpo
Reprimo meus momentos
Jogo fora os sentimentos e depois?
Depois toco meu corpo eu tenho frio
Sou um louco amargurado e até vazio
E me chamam atenção
Mas eu sou louco é de paixão e você?
Você que me retire desse poço
Eu sei ainda sou moço pra viver
E te ver assim tão crua
A verdade é toda nua
E ninguém vê
Eu tenho as mãos atadas sem ação
E um coração maior que eu para doar
Reprimo meus momentos
Jogo fora os sentimentos sem querer
Eu quero é me livrar
Voar
Sumir
Perder não sei, não sei, não sei querer mais
A qualquer hora é sempre agora chora
Quero cantar você
Vou fazer uma canção
Liberte o meu pensar
Aperte os cintos pra pousar
Agora é hora de dizer muito prazer sorte ou azar e amar
Simplesmente amar você
Tenho as mãos atadas ao redor do meu pescoço
Eu queria mesmo era tocar seu corpo
Reprimo meus momentos
Jogo fora os sentimentos e depois?
Depois toco meu corpo eu tenho frio
Sou um louco amargurado e até vazio
E me chamam atenção
Mas eu sou louco é de paixão e você?
Você que me retire desse poço
Eu sei ainda sou moço pra viver
E te ver assim tão crua
A verdade é toda nua
E ninguém vê
Eu tenho as mãos atadas sem ação
E um coração maior que eu para doar
Reprimo meus momentos
Jogo fora os sentimentos sem querer
Eu quero é me livrar
Voar
Sumir
Perder não sei, não sei, não sei querer mais
A qualquer hora é sempre agora chora
Quero cantar você
Vou fazer uma canção
Liberte o meu pensar
Aperte os cintos pra pousar
Agora é hora de dizer muito prazer sorte ou azar e amar
Simplesmente amar você
sábado, 19 de novembro de 2005
O Clone
Semana passada meu celular parou de funcionar. Eu tentava ligar e ouvia a mensagem metálica: "Não é possível completar esta chamada do seu telefone celular. Por favor entre em contato com a central de relacionamento Claro. Obrigada."
Me lembrei que havia desabilitado o débito automático para alterar o vencimento da conta e acabei esquecendo de pagá-la. Beleza. Paguei a dívida no dia seguinte e esperei pacientemente pelas 72 horas para o desbloqueio de minha linha. Qual não foi minha surpresa quando, ao fim do prazo, descobri que ainda estava bloqueada! Oras, seria meu primeiro problema com a telefônica em quase 6 anos de relacionamento comercial, mas sempre existe uma primeira vez (nossa, que clichê!).
Bom, pus-me a postos e preparei-me para o surto com a primeira atendente não-eletrônica que me atendesse. Eis que me surpreendo outra vez: a linha não havia sido desbloqueada ainda devido à "problemas técnicos". Fui clonada! Euzinha, maria-ninguém, clonada! Nem acreditei... Orientaram-me a comparecer a uma loja e trocar gratuitamente o aparelho. Procurei a loja no Downtown ainda na hora do almoço mas nada resolvi pois estavam "sem sistema". Ainda bem, porque o cara que me atendeu estava com a maior má-vontade, talvez porque eu não estivesse ali para gastar. Resolvi deixar para resolver o assunto na Tijuca. Liguei de novo para o Atendimento e reclamei do cara que me atendeu na loja e dos aparelhos que me ofereceram. A atendente (esta sim, realmente constrangida e atenciosa) me explicou todo o procedimento corretamente, informou os planos que eu poderia escolher (ainda tinha essa, meu plano não existe mais) e me ofereceu novos aparelhos informando o valor da diferença que eu pagaria por cada um deles. Cheguei à loja exatamente às 19:30 e só fui atendida às 20:45. Precisamos aguardar uma autorização do setor de cadastros, fui jantar, voltei e consegui resolver tudo com o shopping já fechado, às 22:40.
Tirando a lentidão do "sistema" e o péssimo atendimento da loja do Downtown, não tenho muito o reclamar, não (acho que sou muito boazinha, né?). A conclusão é que, entre mortos e feridos, salvaram-se quase todos (argh, outro clichê). Morreu minha agenda de telefones, porque o aparelho clonado ficou na loja. Hoje pela manhã, minha primeira atitude seria enviar um email pedindo os telefones de todos novamente e aí fui eu mesma quem me surpreendeu (estranhão, usei a concordância cert?), quando descobri que havia atualizado uma lista em setembro com os telefones e emails que eu havia conseguido levantar na ocasião. Isso quer dizer que perdi, de verdade, no máximo, uns 20 números (de uma agenda com 300 é uma ótima notícia). Afinal, não incomodarei umas 280 pessoas!
Saldo final:
- mantive o número;
- estou com um aparelho que custaria R$ 600,00 pela bagatela de R$ 150,00;
- finalmente mudei para tecnologia GSM (ainda não sei bem se isso é bom ou ruim);
- perdi só uns 20 números;
- tenho um bônus de 100 minutos por mês por um ano;
Acho que não tenho mesmo do que reclamar, mas não quero ser clonada de novo, não, ouviram?
Me lembrei que havia desabilitado o débito automático para alterar o vencimento da conta e acabei esquecendo de pagá-la. Beleza. Paguei a dívida no dia seguinte e esperei pacientemente pelas 72 horas para o desbloqueio de minha linha. Qual não foi minha surpresa quando, ao fim do prazo, descobri que ainda estava bloqueada! Oras, seria meu primeiro problema com a telefônica em quase 6 anos de relacionamento comercial, mas sempre existe uma primeira vez (nossa, que clichê!).
Bom, pus-me a postos e preparei-me para o surto com a primeira atendente não-eletrônica que me atendesse. Eis que me surpreendo outra vez: a linha não havia sido desbloqueada ainda devido à "problemas técnicos". Fui clonada! Euzinha, maria-ninguém, clonada! Nem acreditei... Orientaram-me a comparecer a uma loja e trocar gratuitamente o aparelho. Procurei a loja no Downtown ainda na hora do almoço mas nada resolvi pois estavam "sem sistema". Ainda bem, porque o cara que me atendeu estava com a maior má-vontade, talvez porque eu não estivesse ali para gastar. Resolvi deixar para resolver o assunto na Tijuca. Liguei de novo para o Atendimento e reclamei do cara que me atendeu na loja e dos aparelhos que me ofereceram. A atendente (esta sim, realmente constrangida e atenciosa) me explicou todo o procedimento corretamente, informou os planos que eu poderia escolher (ainda tinha essa, meu plano não existe mais) e me ofereceu novos aparelhos informando o valor da diferença que eu pagaria por cada um deles. Cheguei à loja exatamente às 19:30 e só fui atendida às 20:45. Precisamos aguardar uma autorização do setor de cadastros, fui jantar, voltei e consegui resolver tudo com o shopping já fechado, às 22:40.
Tirando a lentidão do "sistema" e o péssimo atendimento da loja do Downtown, não tenho muito o reclamar, não (acho que sou muito boazinha, né?). A conclusão é que, entre mortos e feridos, salvaram-se quase todos (argh, outro clichê). Morreu minha agenda de telefones, porque o aparelho clonado ficou na loja. Hoje pela manhã, minha primeira atitude seria enviar um email pedindo os telefones de todos novamente e aí fui eu mesma quem me surpreendeu (estranhão, usei a concordância cert?), quando descobri que havia atualizado uma lista em setembro com os telefones e emails que eu havia conseguido levantar na ocasião. Isso quer dizer que perdi, de verdade, no máximo, uns 20 números (de uma agenda com 300 é uma ótima notícia). Afinal, não incomodarei umas 280 pessoas!
Saldo final:
- mantive o número;
- estou com um aparelho que custaria R$ 600,00 pela bagatela de R$ 150,00;
- finalmente mudei para tecnologia GSM (ainda não sei bem se isso é bom ou ruim);
- perdi só uns 20 números;
- tenho um bônus de 100 minutos por mês por um ano;
Acho que não tenho mesmo do que reclamar, mas não quero ser clonada de novo, não, ouviram?
Querido Anjo da Guarda
quinta-feira, 3 de novembro de 2005
Tá, mordi a língua
Sempre alardeei que não mantenho o blog nem meu perfil no Orkut para fazer novos amigos. O blog, para dizer bem a verdade, eu ainda não descobri bem para o que é. O Orkut serviu como uma segunda chance para mim. Segunda chance de falar com pessoas que, de outra forma, seria praticamente impossível e permaneceriam no meu coração como boas lembranças apenas. bem, voltando, isso tudo é para dizer que mordi a língua. Comenta daqui, comenta dali e conheci uma companheira blogueira. Percebi, já nesse ritual dos comentários mútuos, que lidava com uma mulher inteligente, bem humorada, antenada. Penso sempre quando a leio: "como eu nunca pensei nisso!" ou mesmo "por que eu nunca pensei em escrever sobre isso!". Depois passamos a nos falar pelo MSN. Descobri que, além do que eu já disse, ela ainda era amiga e companheira. Coitada... Me pegou num dia péssimo. Super baixo astral. Daqueles dias em que a minha maior vontade era tacar a cabeça na parede para ver se assim parava de doer. E ela ficou lá, firme. Ouviu, ou melhor, leu toda a ladainha. Com toda a paciência do mundo. E sem me conhecer nadinha, conseguia me dizer as coisas certas para que eu virasse o jogo e levantasse meu astral. Ainda me envergonho daquele dia. Nossa, que primeira impressão eu devo ter passado!... Mas, aparentemente, ela não ligou para nada daquilo, pois nem me bloqueou! É... Nos conhecemos pessoalmente em seguida. E, olhos nos olhos, vi que não estava errada em nenhum dos meus pré-julgamentos: ela é sensacional. E hoje, seu aniversário, rendo aqui minhas homenagens. Obrigada pela amizade, pela simpatia, pela presença, por você ser uma pessoa assim, tão apaixonante. Seja feliz sempre! sexta-feira, 28 de outubro de 2005
Saudades
Viajo daqui a pouco para passar o fim de semana entre Santos e São Vicente. Vou reencontrar amigos queridos. A maioria absoluta de companheiros do Clube de Castores da época de plena atividade no movimento. A minoria que não era do clube, mas igualmente querida, por enquanto são a Vanessinha e a Su (que a propósito fez aniversário ontem e não consegui falar com ela!), por exemplo. É isso. Só devo voltar a escrever no início da semana que vem, então aproveito para desejar a todos um ótimo, maravilhoso, sensacional fim de semana.
Bom, deixo também um recado especial. Pro Melzinho, que partiu essa manhã. Que ele viaje em paz. Que sinta nosso carinho e receba nossas orações. Que perceba que todos que conheceram seu sorriso calmo, seu temperamento divertido e tranquilo nunca vão lhe esquecer... Até qualquer dia, Companheiro!
Bom, deixo também um recado especial. Pro Melzinho, que partiu essa manhã. Que ele viaje em paz. Que sinta nosso carinho e receba nossas orações. Que perceba que todos que conheceram seu sorriso calmo, seu temperamento divertido e tranquilo nunca vão lhe esquecer... Até qualquer dia, Companheiro!
quinta-feira, 27 de outubro de 2005
Santa Ignorância, Batman!
Tô passada. Arrasada... Me sentindo a mais burra das mortais. Faculdade, Pós-Graduação, leituras e mais leituras de textos e mais textos diversos, excelentes e chatíssimos também e sou obrigada hoje a reconhecer minha total e irrestrita ignorância. Mas será que alguém vai me tirar da lama? Será que mais alguém compartilhará esse sentimento tão, tão, tão deprimente?
Seguinte, lá vai minha confissão: eu nunca desconfiei, nunca fiz a menor idéia de Malba Tahan é apenas um pseudônimo! Pior: de um brasileiro!!!!!! Que vergonha! Sabem o que isso quer dizer? Que apesar de ter lido “O Homem que Calculava” duas vezes eu nunca li o raio da orelhinha do livro!!!
AHHHH!
Nunca vou me perdoar....
Seguinte, lá vai minha confissão: eu nunca desconfiei, nunca fiz a menor idéia de Malba Tahan é apenas um pseudônimo! Pior: de um brasileiro!!!!!! Que vergonha! Sabem o que isso quer dizer? Que apesar de ter lido “O Homem que Calculava” duas vezes eu nunca li o raio da orelhinha do livro!!!
AHHHH!
Nunca vou me perdoar....
Pesquisas e conclusões (mais para divagações)
Essa acabou de passar no JN e diz que o morador de Brasília é brasileiro mais satisfeito com a qualidade de vida oferecida pela sua cidade. O carioca é nono. Dado curioso, considerando as manchetes dos jornais. Esse é um assunto recorrente no meu dia-a-dia. Eu vivo conversando sobre isso. O meu medo de ter que sair do Rio é maior do que o medo da cidade em si. Para mim, seria frustrante e extramente doloroso ter que me mudar da cidade motivada por nada além da vontade ou necessidade de fugir.
Agora, por exemplo, estou lendo “O Rio é Assim - a crônica de uma cidade (1953-1984)”. Coletânea de crônicas escritas por José Carlos Oliveira e organizadas por Jason Tércio. O livro caiu nas minhas mãos literalmente, presente de um amigo querido. Uma visão apaixonada e apaixonante, refletida em textos escritos pouco depois de o Rio ter deixado de ser capital federal. O mais legal é que essa visão pode ser apaixonada, mas em nenhum momento é deslumbrada ou contemplativa por si só. Muitas vezes ela é dura com a realidade da cidade. Oliveira coloca o dedo fundo nas feridas e chama à responsabilidade a sociedade carioca. É como se a paixão e a objetividade do cronista lhe desse a autoridade para falar das coisas ruins e chamar a atenção de quem quer que fosse para mudar a situação. Pena que os anos passaram, décadas na verdade, e ninguém o ouviu. O livro é praticamente uma profecia. Se ignorarmos as datas assinaladas ao final de cada texto, podemos dizer que eles foram escritos na semana passada.
Como está escrito ali no perfil ao lado, detesto sentir-me impotente. Faço minha parte pela cidade. Coisas absurdas até, como ir de metrô mesmo que seja mais demorado pelo simples fato de ser menos poluente (essa é simples informação que cultivo na minha cabecinha, sem pesquisas mais profundas; se for falsa alguém me avise, sim?) até coisas simples e cotidianas, como enfiar papeizinhos de bala no bolso do jeans a jogá-los no chão. Mas minha impotência revela-se implacável quando vejo tanta anti-cidadania nas ruas e má vontade política nos palácios. Bate uma desesperança sem fim. Segundos os pesquisadores (que fizeram a tal pesquisa que citei lá no começo), as conclusões serão muito úteis para os governos identificarem as reais necessidades dos cidadãos. Ai vem minha Hardy particular, aquela, fruto da desesperança que por vezes me assola, e diz que é mais muito fácil ouvir S.Maia e D.Garotinha dizendo “ah, não estamos assim tão ruim, afinal somos o nono lugar!” do que “vamos fazer um trabalho sério e levar a satisfação do carioca ao primeiro lugar entre os brasileiros!”.
Para não terminar de baixo astral, resta-me dizer que o antídoto para sumir com a Hardy nessas horas é mais que óbvio e, desculpem o exagero pleonástico (se é que existe essa expressão): simplesmente simples demais: Rio de janeiro puro. Na veia. Lagoa, praia, Lapa, Urca, quadra da Mangueira (ou da Portela, ou do Salgueiro...), Corcovado, Santa Tereza, CCBB, MAM, sei lá... Qualquer pedacinho vale como overdose. E meu pacto de total e irrestrita fidelidade é reafirmado.
Agora, por exemplo, estou lendo “O Rio é Assim - a crônica de uma cidade (1953-1984)”. Coletânea de crônicas escritas por José Carlos Oliveira e organizadas por Jason Tércio. O livro caiu nas minhas mãos literalmente, presente de um amigo querido. Uma visão apaixonada e apaixonante, refletida em textos escritos pouco depois de o Rio ter deixado de ser capital federal. O mais legal é que essa visão pode ser apaixonada, mas em nenhum momento é deslumbrada ou contemplativa por si só. Muitas vezes ela é dura com a realidade da cidade. Oliveira coloca o dedo fundo nas feridas e chama à responsabilidade a sociedade carioca. É como se a paixão e a objetividade do cronista lhe desse a autoridade para falar das coisas ruins e chamar a atenção de quem quer que fosse para mudar a situação. Pena que os anos passaram, décadas na verdade, e ninguém o ouviu. O livro é praticamente uma profecia. Se ignorarmos as datas assinaladas ao final de cada texto, podemos dizer que eles foram escritos na semana passada.
Como está escrito ali no perfil ao lado, detesto sentir-me impotente. Faço minha parte pela cidade. Coisas absurdas até, como ir de metrô mesmo que seja mais demorado pelo simples fato de ser menos poluente (essa é simples informação que cultivo na minha cabecinha, sem pesquisas mais profundas; se for falsa alguém me avise, sim?) até coisas simples e cotidianas, como enfiar papeizinhos de bala no bolso do jeans a jogá-los no chão. Mas minha impotência revela-se implacável quando vejo tanta anti-cidadania nas ruas e má vontade política nos palácios. Bate uma desesperança sem fim. Segundos os pesquisadores (que fizeram a tal pesquisa que citei lá no começo), as conclusões serão muito úteis para os governos identificarem as reais necessidades dos cidadãos. Ai vem minha Hardy particular, aquela, fruto da desesperança que por vezes me assola, e diz que é mais muito fácil ouvir S.Maia e D.Garotinha dizendo “ah, não estamos assim tão ruim, afinal somos o nono lugar!” do que “vamos fazer um trabalho sério e levar a satisfação do carioca ao primeiro lugar entre os brasileiros!”.
Para não terminar de baixo astral, resta-me dizer que o antídoto para sumir com a Hardy nessas horas é mais que óbvio e, desculpem o exagero pleonástico (se é que existe essa expressão): simplesmente simples demais: Rio de janeiro puro. Na veia. Lagoa, praia, Lapa, Urca, quadra da Mangueira (ou da Portela, ou do Salgueiro...), Corcovado, Santa Tereza, CCBB, MAM, sei lá... Qualquer pedacinho vale como overdose. E meu pacto de total e irrestrita fidelidade é reafirmado.
Coisa de Cinema
O papo é velho, a notícia já deve até ter virado embrulho de peixe, mas que ainda espanta até os mais ferrenhos teóricos das conspirações mundo afora, ah, espanta:
"O embaixador é encarregado pessoalmente pelo seu Presidente de apresentar provas de que um país inimigo realiza operações suspeitas. Patriota e dedicado ao exercício de sua profissão, o embaixador trabalha arduamente no levantamento das informações necessárias à missão. O insucesso no avanço da investigação, o leva a perceber que existe a possibilidade de tais argumentos não passarem de boatos. O tempo se esgota para o embaixador e seu relatório conclui o óbvio: suspeitas não comprováveis. O Presidente revolta-se. Ele acreditava que seria simples obter tais provas. Tinha o Embaixador como um aliado e esperava mesmo que o Embaixador as fornecesse a qualquer preço. Ele não deve ter se esforçado. Que forjasse as provas se fosse necessário. Ele não acreditava no que lia. Não lhe interessava se tais suspeitas eram infundadas. Ele queria aquela guerra. Ele precisava daquela guerra. O embaixador iria descobrir cometeu um erro.
No outro lado da cidade, o telefone toca na mesa da repórter, uma profissional dedicada, cuja reputação lhe imputa a mais alta credibilidade. Experiente na cobertura de assuntos governamentais, ela mal acredita no furo que está prestes a lhe render a reportagem de sua vida: a identidade de uma agente secreta. Espiã. E o melhor, esposa com um embaixador. Seu país é o berço da liberdade. Contando com isso ela não hesita em elaborar a matéria. Uma vez que a identidade da espiã lhe foi dada de bandeja, levantar todo o currículo da agente foi a tarefa mais fácil. A repórter conseguiu o elo que faltava a vários episódios até então misteriosos. Casos onde sempre faltava uma peça. Na manhã em que o país foi inundado com as fotos do casal, embaixador e espião na primeira página, a repórter acordava com a mais pura sensação de missão cumprida. Levantou-se preguiçosamente, ligou a cafeteira e dirigiu-se a porta para admirar sua obra-prima: a primeira-página. Ao abaixar-se, o susto. Ela havia interferido em assuntos de segurança nacional. Policiais a levam imediatamente para prestar esclarecimentos. Deveria informar como obtivera todas aquelas informações. Ética, negou-se veemente. Confiava no seu país. Acreditava na sua profissão. Não fizera nada errado. Não iria trair sua fonte.
A investigação não cessaria enquanto não atingisse seu objetivo e ela permaneceria presa enquanto se negasse a esclarecer o mistério do vazamento das informações. Seu inferno durou 80 dias, quando foi autorizada a revelar sua fonte: o chefe de gabinete da Vice-Presidência. O motivo: vingança..."
Coisa de cinema? Não, não, não!
"O embaixador é encarregado pessoalmente pelo seu Presidente de apresentar provas de que um país inimigo realiza operações suspeitas. Patriota e dedicado ao exercício de sua profissão, o embaixador trabalha arduamente no levantamento das informações necessárias à missão. O insucesso no avanço da investigação, o leva a perceber que existe a possibilidade de tais argumentos não passarem de boatos. O tempo se esgota para o embaixador e seu relatório conclui o óbvio: suspeitas não comprováveis. O Presidente revolta-se. Ele acreditava que seria simples obter tais provas. Tinha o Embaixador como um aliado e esperava mesmo que o Embaixador as fornecesse a qualquer preço. Ele não deve ter se esforçado. Que forjasse as provas se fosse necessário. Ele não acreditava no que lia. Não lhe interessava se tais suspeitas eram infundadas. Ele queria aquela guerra. Ele precisava daquela guerra. O embaixador iria descobrir cometeu um erro.
No outro lado da cidade, o telefone toca na mesa da repórter, uma profissional dedicada, cuja reputação lhe imputa a mais alta credibilidade. Experiente na cobertura de assuntos governamentais, ela mal acredita no furo que está prestes a lhe render a reportagem de sua vida: a identidade de uma agente secreta. Espiã. E o melhor, esposa com um embaixador. Seu país é o berço da liberdade. Contando com isso ela não hesita em elaborar a matéria. Uma vez que a identidade da espiã lhe foi dada de bandeja, levantar todo o currículo da agente foi a tarefa mais fácil. A repórter conseguiu o elo que faltava a vários episódios até então misteriosos. Casos onde sempre faltava uma peça. Na manhã em que o país foi inundado com as fotos do casal, embaixador e espião na primeira página, a repórter acordava com a mais pura sensação de missão cumprida. Levantou-se preguiçosamente, ligou a cafeteira e dirigiu-se a porta para admirar sua obra-prima: a primeira-página. Ao abaixar-se, o susto. Ela havia interferido em assuntos de segurança nacional. Policiais a levam imediatamente para prestar esclarecimentos. Deveria informar como obtivera todas aquelas informações. Ética, negou-se veemente. Confiava no seu país. Acreditava na sua profissão. Não fizera nada errado. Não iria trair sua fonte.
A investigação não cessaria enquanto não atingisse seu objetivo e ela permaneceria presa enquanto se negasse a esclarecer o mistério do vazamento das informações. Seu inferno durou 80 dias, quando foi autorizada a revelar sua fonte: o chefe de gabinete da Vice-Presidência. O motivo: vingança..."
Coisa de cinema? Não, não, não!
terça-feira, 25 de outubro de 2005
3 dias
Imaginem a seguinte linha do tempo:
Dia 1 - Uma pessoa do seu círculo de amizades sente-se mal, dirige-se ao médico e este lhe conta que ela tem um caroço no abdômem.
Dia 2 - Ela vai a outro médico e este indica que ela está grávida. Assustada ela não te conta nada por enquanto.
Dia 5 - Ela passa mal, recusa os medicamentos que a família tenta fazê-la tomar e ao chegar ao hospital é encaminhada diretamente à sala de parto por que já está com contrações!
Surreal? Claro que não!
Jogadora de basquete dá à luz três dias após descobrir gravidez
Globo Online
Clic
RBS
EFE
SÃO CAETANO DO SUL - A ala Sílvia Cristina, jogadora de 23 anos do São Caetano e da seleção brasileira de basquete, teve sua vida alterada em uma semana. Há dez dias, ela disputava a final dos Jogos Abertos do Interior pelo São Caetano. Terça-feira passada, descobriu que estava grávida. Quinta-feira, deu à luz prematuramente, aos sete meses de gestação.
Após a decisão dos Jogos Abertos, em que seu time foi campeão, ela não se sentiu bem e procurou um médico. Examinada, foi encontrado o que se acreditava ser um caroço na sua barriga. Assustada, Silvia procurou um médico conhecido de Americana, que identificou o 'caroço' como um bebê.
- Nunca imaginei que estivesse grávida. Não tive enjôo nenhum e também não senti desejo. A única coisa diferente é que estava um pouco acima do peso, mas achei que fosse pela comida. Sempre comi muito - disse à Folha de São Paulo a atleta, que foi reserva da seleção brasileira na Olimpíada de Atenas, em 2004.
Como toma anticoncepcionais ininterruptamente, Sílvia já não menstrua há algum tempo. Quando se apresentou à seleção brasileira para disputar amistosos e a Copa América, a ala foi submetida a uma bateria de testes, mas nenhum detectou a gravidez.
- Na terça-feira passada, fui informada de que estava grávida. Quarta, fiz exames que confirmaram a gravidez. E na quinta, tive o bebê. Acordei com dores e meu irmão quis me dar um remédio. Recusei porque ainda não tinha contado nada a ninguém. Quando cheguei ao hospital já estava com contrações - contou ela.
Luis Fernando nasceu prematuro, com 31 cm e pouco mais de 1 kg. O bebê continua internado, fora de perigo mas ainda na incubadora, necessitando de atenção especial. Silvia Cristina revelou que engravidou quando jogava em Portugal, pelo clube Barrero. Segundo a jogadora, o pai da criança, com quem ela não é casada, soube que teve um filho dias após o parto. Silvia afirmou que ele 'está muito feliz'.
Dia 1 - Uma pessoa do seu círculo de amizades sente-se mal, dirige-se ao médico e este lhe conta que ela tem um caroço no abdômem.
Dia 2 - Ela vai a outro médico e este indica que ela está grávida. Assustada ela não te conta nada por enquanto.
Dia 5 - Ela passa mal, recusa os medicamentos que a família tenta fazê-la tomar e ao chegar ao hospital é encaminhada diretamente à sala de parto por que já está com contrações!
Surreal? Claro que não!
Jogadora de basquete dá à luz três dias após descobrir gravidez
Globo Online
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RBS
EFE
SÃO CAETANO DO SUL - A ala Sílvia Cristina, jogadora de 23 anos do São Caetano e da seleção brasileira de basquete, teve sua vida alterada em uma semana. Há dez dias, ela disputava a final dos Jogos Abertos do Interior pelo São Caetano. Terça-feira passada, descobriu que estava grávida. Quinta-feira, deu à luz prematuramente, aos sete meses de gestação.
Após a decisão dos Jogos Abertos, em que seu time foi campeão, ela não se sentiu bem e procurou um médico. Examinada, foi encontrado o que se acreditava ser um caroço na sua barriga. Assustada, Silvia procurou um médico conhecido de Americana, que identificou o 'caroço' como um bebê.
- Nunca imaginei que estivesse grávida. Não tive enjôo nenhum e também não senti desejo. A única coisa diferente é que estava um pouco acima do peso, mas achei que fosse pela comida. Sempre comi muito - disse à Folha de São Paulo a atleta, que foi reserva da seleção brasileira na Olimpíada de Atenas, em 2004.
Como toma anticoncepcionais ininterruptamente, Sílvia já não menstrua há algum tempo. Quando se apresentou à seleção brasileira para disputar amistosos e a Copa América, a ala foi submetida a uma bateria de testes, mas nenhum detectou a gravidez.
- Na terça-feira passada, fui informada de que estava grávida. Quarta, fiz exames que confirmaram a gravidez. E na quinta, tive o bebê. Acordei com dores e meu irmão quis me dar um remédio. Recusei porque ainda não tinha contado nada a ninguém. Quando cheguei ao hospital já estava com contrações - contou ela.
Luis Fernando nasceu prematuro, com 31 cm e pouco mais de 1 kg. O bebê continua internado, fora de perigo mas ainda na incubadora, necessitando de atenção especial. Silvia Cristina revelou que engravidou quando jogava em Portugal, pelo clube Barrero. Segundo a jogadora, o pai da criança, com quem ela não é casada, soube que teve um filho dias após o parto. Silvia afirmou que ele 'está muito feliz'.
segunda-feira, 24 de outubro de 2005
Agora foi
Pergunta: você sabe quando percebe que está realmente envelhecendo? Fácil: quando sua irmã caçula faz 30 anos. Hoje, eu me sinto definitiva e realmente envelhecendo. Minha querida irmãzinha entra hoje para o doce hall das balzacas. Agora somos duas mulheres feitas. Durante minha infância e adolescência, tinha a nítida impressão de que falar de alguém que tinha 30 anos era falar de um adulto nesse sentido: homens e mulheres feitos. Agora vejo a Vivi cuidando com experiência de seu terceiro filho. Minha irmãzinha caçula, vocês sabem o que é isso? A firmeza para segurá-lo, dar banho, identificar seu choro, e sabe-se lá mais o quê. Ao mesmo tempo me lembro de quando andávamos de bicicleta seguindo um "mini-circuito" em forma de 8 ao redor das duas árvores que tínhamos quintal da casa onde nascemos na Vila Rosali. Da piscina nos fundos. Da beliche do nosso quarto. Da sua foto de maria-chiquinha na casinha de bonecas do Santa Maria. Do seu rostinho enfezado quando estava fantasiada de Emília para uma festa da escola. Das bolsas repletas de panelinhas e joguinhos de "chicrinhas e pirezinhos" que espalhávamos no chão da sala. Dos concursos de Miss com nossa bonecas (e das discussões para saber quem ia ficar com a Miss Venezuela, porque essa sempre ganhava). Dos natais na casa da Tia Dirce. Dos carnavais que saíamos com fantasias iguais da casa da Tia Dinéa. De como ela ficava linda de princesa da quadrilha. Da sua fase metaleira. De como ela brilhava dançando nos Camponeses. Das brigas (nossa, quantas brigas), mas incrivelmente de poucas eu me lembro o motivo. E aqui estamos nós. De duas crianças, uma moreninha de olho verde e uma branquinha de olho azul, a duas mulheres, uma ruiva e uma loira. Com suas próprias experiências. Suas próprias estórias. Distanciadas pelo cotidiano e mais unidas que nunca. Tentando passar aos pequenos um pouquinho da alegria de nossa própria infância. Feliz aniversário, Vi! Seja feliz sempre e conte comigo todos os dias!
Como eu disse, nada muda...
Acordei com a chuva bem antes do despertador. Muita chuva. Muitos trovões. Assustador. Poucas vezes me peguei utilizando a palavra tempestade para me referir à chuva. Pensei: isso sim é uma tempestade. Pensei também, ainda deitada, que nem adiantava me levantar, porque provavelmente não haveria como sair de casa. Resisti a tal reflexão profunda e tentadora e me dirigi ao chuveiro. Quando desci vi que o subsolo do prédio estava alagado quase até o segundo degrau da escada. Os funcionários estavam tentando bombear a água pra rua. Na rua, a pista da Conde de Bonfim que vai em direção ao Centro estava completamente parada. Curiosamente a pista de subida para a Usina também. Vinte minutos na porta do prédio e os mesmos carros à minha frente, resolvi telefonar. Tudo bem, se os celulares estivessem funcionando. Optei por voltar para casa. Ao sair do elevador um rato enorme me fez dar um berro e fechar a porta correndo. Voltei pro térreo pra chamar o zelador que, é claro, já tinha ouvido o meu grito. Ele (o rato, não o zelador) sumiu. Espero que não tenha entrado no meu apartamento. Ele era suficientemente grande para não poder passar por baixo de uma porta (espero). De qualquer forma, fiz algumas ligações, catei notícias na web, e estou calmamente escrevendo e nem sinal do famigerado roedor. Não sei quando vou conseguir sair de casa. Parece que caíram barreiras na São Miguel e no Alto. Não consegui descobrir como está o Itanhangá. Vai ser um longo dia...
Tento, tento, mas não entendo
O que é de verdade o tal “bem sofrer”?
Quando é pra usar sofisma e quando é pra usar dialética?
Por que todo mundo que eu conheço que fez teste para descobrir suas vidas passadas ou foi nobre ou um grande guerreiro/aventureiro?
Por que não fazem uma sessão eleitoral com infraestrutura para que se concentrem nela os deficientes físicos de uma determinada região?
Por que, afinal, o comércio das armas veio à referendo?
Qual foi a intenção do cocadaboa.com ao inventar o trote do xaxim?
Como alguns torcedores podem simplesmente gostar de vandalizar, agredir e matar e ainda achar que estão certos só porque “neguinho é vacilão”?
Por que eu gosto tanto de carne moída?
O que tem de tão divertido em comprar um DVD pirata e arriscar estourar o player?
Por que ninguém tá nem aí pra tal base americana no Paraguai?
Meu saudosismo é saudável?
O Hotel de 1 Milhão de dólares é pra ter algum sentido?
Por que meu sofá é tão “magnético”?
Por que algumas mães ficam tão terrivelmente mal-educadas durante festas de aniversário de crianças?
Por que eu não consigo usar uma agenda decentemente?
Por que o Wandinho apagou as fotos da minha máquina quando foi baixá-las pro seu PC?
Por que eu não consigo dormir?
Tô cansada para linkar os assuntos.... Desolée, fica pra próxima...
Quando é pra usar sofisma e quando é pra usar dialética?
Por que todo mundo que eu conheço que fez teste para descobrir suas vidas passadas ou foi nobre ou um grande guerreiro/aventureiro?
Por que não fazem uma sessão eleitoral com infraestrutura para que se concentrem nela os deficientes físicos de uma determinada região?
Por que, afinal, o comércio das armas veio à referendo?
Qual foi a intenção do cocadaboa.com ao inventar o trote do xaxim?
Como alguns torcedores podem simplesmente gostar de vandalizar, agredir e matar e ainda achar que estão certos só porque “neguinho é vacilão”?
Por que eu gosto tanto de carne moída?
O que tem de tão divertido em comprar um DVD pirata e arriscar estourar o player?
Por que ninguém tá nem aí pra tal base americana no Paraguai?
Meu saudosismo é saudável?
O Hotel de 1 Milhão de dólares é pra ter algum sentido?
Por que meu sofá é tão “magnético”?
Por que algumas mães ficam tão terrivelmente mal-educadas durante festas de aniversário de crianças?
Por que eu não consigo usar uma agenda decentemente?
Por que o Wandinho apagou as fotos da minha máquina quando foi baixá-las pro seu PC?
Por que eu não consigo dormir?
Tô cansada para linkar os assuntos.... Desolée, fica pra próxima...
domingo, 23 de outubro de 2005
Quase tudo em Simas
As armas e munições continuarão a ser comercializadas (salve a democracia!). Os deputados de Rondônia continuarão deputados. O Maluf continuará a bancar o doido. As CPIs continuarão CPIs e seguirão empatando a pauta do congresso. Mas o Tudo em Simas! mudou. E para muito melhor, não acham?
É isso! Template novo, personalizadíssimo, graças à paciência, disponibilidade e (muita) boa vontade da ReB. Ainda falta eu me entender com a codificação. Não sei vocês percebem mas existem um "pequeno" defeito na acentuação dos posts passados e não consigo achar onde consertar esse inconveniente. Mas eu gostei muito dessa casa nova. Bem colorida, bastante a ver comigo. Quem sabe eu não fico até mais inspirada!
É isso! Template novo, personalizadíssimo, graças à paciência, disponibilidade e (muita) boa vontade da ReB. Ainda falta eu me entender com a codificação. Não sei vocês percebem mas existem um "pequeno" defeito na acentuação dos posts passados e não consigo achar onde consertar esse inconveniente. Mas eu gostei muito dessa casa nova. Bem colorida, bastante a ver comigo. Quem sabe eu não fico até mais inspirada!
Atualização: Problema sanado! Mais uma vez: Serginho, não sei o que seria de mim sem você...
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