PS: Meus votos já tinham sido postados antes, mas aproveito para saldar a chegada de 2009 relembrando a última tirinha de Calvin e Haroldo:
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Retrospectiva importada do Inagaki
Ela é tão boa que não dá nem para copiar só um trechinho. Aqui.
PS: Meus votos já tinham sido postados antes, mas aproveito para saldar a chegada de 2009 relembrando a última tirinha de Calvin e Haroldo:
E que venha 2009! Let's go exploring!
PS: Meus votos já tinham sido postados antes, mas aproveito para saldar a chegada de 2009 relembrando a última tirinha de Calvin e Haroldo:
Navegar é preciso; Economizar energia também
"Bom dia. Meu nome é Cláudia e eu sou Googledependente."
Nunca escondi de ninguém que para mim, um dia, o Google ainda vai dominar o mundo. Além da ferramenta de busca e do orkut, eu ainda uso o iGoogle, o picasa, o blogger, o talk, o youtube, o earth, o docs e o maps. Ainda não tenho o G1, mas isso é questão de tempo. Se um dia a Google acabar com seus produtos ou serviços, além de vários inconvenientes, é capaz de provocar a perda da minha identidade ou mesmo uma crise de generalisada de personalidade. Errr, bom, navegando no Gizmodo, deparei-me com um usuário que fazia a divulgação do http://www.googlenight.com/ http://www.eco4planet.com/pt/ e obviamente fui verificar do que se tratava. A única coisa que não ficou muito clara para mim se é um layout alternativo do próprio Google. Mas vá lá. A idéia é que a tela preta, além de um visual mais simples e rápido, faz com que o monitor gaste 20% menos energia para exibí-la do que a tradicional tela branca.
O "sistema Google Pesquisas Personalizadas" está lá e funciona tal qual o original. O plus a mais é a intenção de demontrar que pequenas ações diárias podem gerar economia de energia, resultando em menores gastos e outros benefícios. Até o fato em si de visualizar a tela preta faria com que o usuário se lembrasse de economizar energia constantemente em seu cotidiano. Como o próprio site explica, "economizar energia é uma forma de ajudar o planeta uma vez que para geração de eletrícidade incorre-se no alagamento de grandes áreas (hidrelétricas), poluição do ar com queima de combustíveis (termoelétricas), produção de lixo atômico (usinas nucleares), dentre outros problemas ambientais". Ainda segundo site, uma versão preta do Google economizaria em torno de 750 Megawatt (estimando a sua utilização mundial), energia suficiente para atender 600 mil domicílios.
No jornal O Globo de hoje, o colunista Anselmo Gois noticia que o Ministro Carlos Minc do Meio Ambiente estuda a redução de 3 metros na altura do reservatório de água da Usina de Balbina, no Amazonas. Tal medida reduziria a capacidade de geração de energia em parcos 8 MW de energia elétrica e devolveria 575 Km² de área fértil para agricultura ou reflorestamento. Apesar de ser considerada por muitos o maior desastre ambiental da história do Brasil, a usina de Balbina produz apenas 250 MW.
Ou seja, em tempos tais que nenhuma decisão tem consequências isoladas, a sugestão de começar a economizar energia na telinha do nosso PC não é assim nenhum delírio escabroso, não é mesmo?
domingo, 28 de dezembro de 2008
Message Personnel
Au bout du téléphone
Il y a votre voix
Et il y a des mots
Que je ne dirai pas
Tous ces mots qui fonts peur
Quand ils ne font pas rire
Qui sont dans trop de films
De chansons et de livres
Je voudrais vous les dire et je voudrais les vivre
Je ne le ferai pas,
Je veux, je ne peux pas
Je suis seule à crever, et je sais où vous êtes
J'arrive, attendez-moi, nous allons nous connaître
Préparez votre temps, pour vous j'ai toute le mien
Je voudrais arriver, je reste, je me déteste.
Je n'arriverai pas,
Je veux, je ne peux pas
Je devrais vous parler
Je devrais arriver
Ou je devrais dormier
J'ai peur que tu sois sourd
J'ai peur que tu sois lâche
J'ai peur d'être indiscrète
Je ne peux pas vous dire
Que je t'aime peut-être
Mais si tu crois un jour que tu m'aimes
Ne crois pas que tes souvenirs me gênent
Et cours, cours jusqu'à perdre haleine
Viens me retrouver
Si tu crois un jour que tu m'aimes
Et si ce jour-là tu as de la peine
A trouver où tous ces chemins te mènent
Viens me retrouver
Si le dégoût de la vie vient en toi
Si la paresse de la vie
S'installe en toi
Pense à moi, pense à moi
Mais si tu crois un jour que tu m'aimes,
Ne le considère pas comme un problème
Et cours, cours jusqu'à perdre haleine
Viens me retrouver
Si tu crois un jour que tu m'aimes
N'attends pas un jour, pas une semaine
Car tu ne ais pas où la vie t'emmène
Viens me retrouver
Si le dégoût de la vie vient en toi
Si la paresse de la vie
S'installe en toi
Pense à moi, pense à moi.
(Françoise Hardy / Michel Berger)
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Feliz Natal e um Maravilhoso 2009
Que em 2009 nós sejamos capazes de abandonar sentimentos mesquinhos que contaminam nossos dias.
Que tenhamos tranqüilidade e discernimento para fazer o que é justo e correto para nós e nossos semelhantes.
Que conheçamos a satisfação plena de sentir-se útil.
Que possamos ver sorrisos abertos à nossa volta, como se fôssemos todos crianças.
Que sejamos capazes de irradiar luz e paz àqueles que nos cercam e nos amam.
Que enfrentemos as necessidades de mudança e que elas não sejam apenas mais uma lista na virada do ano.
Que sigamos sonhando.
Que sejamos todos muitos felizes!
Que tenhamos tranqüilidade e discernimento para fazer o que é justo e correto para nós e nossos semelhantes.
Que conheçamos a satisfação plena de sentir-se útil.
Que possamos ver sorrisos abertos à nossa volta, como se fôssemos todos crianças.
Que sejamos capazes de irradiar luz e paz àqueles que nos cercam e nos amam.
Que enfrentemos as necessidades de mudança e que elas não sejam apenas mais uma lista na virada do ano.
Que sigamos sonhando.
Que sejamos todos muitos felizes!
domingo, 14 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Amenidades no cafezinho....
NM: “E aí Querida ! Conseguiu o DJ?”
LG: “Sim, fechei com aquele que me indicaram, o Crivela.”
NM: “Crivela?! Não seria Trivela?”
LG: “Ai que mico, Amiga! Imagina a cena: a festa rolando e o DJ coloca pra tocar ‘Ergue-ei, as mã-ãos...’ ! ”
NM: “Mas Anjo, quem canta essa música não é o Pe. Marcelo?”
Hein?!?!?!
Obs.: Publicado com a devida autorização de LG que obviamente pediu para que não revelássemos sua identidade.
LG: “Sim, fechei com aquele que me indicaram, o Crivela.”
NM: “Crivela?! Não seria Trivela?”
LG: “Ai que mico, Amiga! Imagina a cena: a festa rolando e o DJ coloca pra tocar ‘Ergue-ei, as mã-ãos...’ ! ”
NM: “Mas Anjo, quem canta essa música não é o Pe. Marcelo?”
Hein?!?!?!
Obs.: Publicado com a devida autorização de LG que obviamente pediu para que não revelássemos sua identidade.
sábado, 6 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Agora não
Tô sem paciência, sem saco, sem dinheiroSem benevolência, sem tato, sem ponteiro
Tô sem pressa, sem calma e sem salto
Sem travessa, sem palmas e sem asfalto
Tô sem torpor, sem brilho e sem porte
Sem cobertor, sem trilho e sem norte
Tô assim, ximfrim, sem sim nem querubim
Quem sabe, mais tarde, a vontade volte pra mim?
Imagem original aqui
Ajuda à SC
Transcrito d'O Globo de hoje:
Defesa Civil alerta para falsos e-mails:
A Defesa Civil alerta a população que deseja colaborar para tomarem cuidado com falsas mensagens de ajuda, enviadas por e-mail, divulgando números de contas bancárias para depósitos de doações em dinheiro.
De acordo com os técnicos da Defesa Civil, o órgão não envia mensagens eletrônicas com pedidos de auxílio aos desabrigados. As contas oficiais para depósito de ajuda são divulgadas pelo site da Defesa Civil em www.defesacivil.sc.gov.br .
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Novos Erros

Todos cometemos erros. Teoricamente, de todos os erros, ficam as lições. E nem sempre o errar de novo é sinal de burrice. Acredito no tentar de novo de forma diferente. No mistério do saber tentar de forma diferente. Pode não dar certo e resultar no mesmo erro. Mas o que quero é exaltar o prazer da tentativa. Da nova busca. Dizem (eu sei: vem aí mais um clichê) que a felicidade não está no fim do caminho, mas na apreciação do percurso. Então que seja o erro ou o acerto o fim do caminho, mas por que não se entregar à aventura de um novo percurso? E quantos erros fomos nós que cometemos? Todos cometemos erros. Erramos com as pessoas e elas também erram conosco. E se erram, pode ser proposital ou não. Tudo bem, você vai dizer que eu sou uma otimista que dificilmente acharia que foi premeditado. Mas o fato é que nem sempre o é. E sendo ou não, por que tocar nossa vida em função dos erros dos outros? Porque dói? Bom motivo. Não tenho argumento para a dor. Principalmente para dor de coração. Como dói doído. Turva os olhos e arde a mente. Dói com raiva e angústia e melancolia e desespero e descontrole. Eu sei. Tudo porque alguém errou. E deve ter errado feio. E agora? Trabalho, trabalho, trabalho. Será que passou? Não sei. Será que vai passar em breve? Não sei. Só sei que eu adoraria tentar acertar e, se tiver que errar novamente - ou mesmo se errarem comigo - que sejam outros erros. Novos erros. Não os desejo, não sou louca, tão pouco mártir. Mas posso dizer que estou preparada para eles.
Inspirada por este trecho do Eduardo Lamas:
"Por medo, muitas vezes voltei à segurança antes do tempo. Por deslumbramento, por vezes fiquei tempo demais no ar e quase me esborrachei lá embaixo. Agora, como fruto desses erros, como sobrevivi, mais escaldado estou para enfrentar a água fria. Não, não sou mais o gato assustado de outrora, o medo cessou. Quem sabe quando estiver no fim da linha ele não retorne? Porém, também não me enganarei tão facilmente. Cometerei, sim, erros; porém novos. Novos erros, eis o que aguardo."
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
domingo, 23 de novembro de 2008
Sai Encosto!
Quando reeditei o template do TdS em junho deste ano, minha intenção era realmente reabitar o espaço. Avivá-lo e trazer de volta ao cyberespaço os comentários e pensamentos desta mente avoada (santo antagonismo, Batman!). Pois é. Mas a inspiração que é boa não veio. Deixei vídeos, imagens e algumas muitas frases soltas que fui tentada a compartilhar, mas nada de muito complexo. Esta semana, lendo o Le Monde Diplomatique de novembro – coisa que não faço há tempos – eu tive a grata surpresa de encontrar um artigo que remete à minha inércia literária. Nos dois sentidos: ler e escrever.Renata Miloni escreve em “Quando a literatura se despede de suas histórias” que meu caso não é isolado. Primeiro porque é mais fácil ver que ler. Segundo porque a ficção no audiovisual tende a ter mais atrativos do que no papel frio. Terceiro, os autores e críticos literários insistem em pensar que literatura não é para qualquer um enquanto os roteiristas (também chamados por Renata de autores) escrevem suas histórias para qualquer um. Um outro fator citado por Renata e do qual eu discordo um bocado é o fato de que na TV ficamos com o gostinho de quero mais característico dos seriados, argumento que ela embasa citando a série Harry Potter. Discordo porque não lemos um livro em uma hora, que é o tempo bruto de um episódio na TV. Fica sim o gostinho de querer saber logo o que vai acontecer. Mas o que me impressionou nesse artigo foi a afirmação de que o escritor brasileiro se apega ao sofrimento para escrever. Pior, apega-se à apenas uma forma de sofrimento, ignorando nuances e uma variedade de temas para fazer de sua obra um “samba de uma nota só”.
Voltando ao meu cotidiano, não tenho lido nada. No jornal, apenas esportes e a coluna do Ancelmo. O último livro que li foi “Travessuras da Menina Má” de Mario Vargas Llosa. Apesar de ter gostado muito do livro, demorei séculos para terminá-lo. Que vergonha! Quando fico em casa, me prostro em frente à TV e lá fico absorvendo uma infinidade de filmes e seriados, em sua grande maioria repetidos. Não estou com paciência para novidades. Navego um pouco, mas logo perco a paciência. Assim absorvo o pouco tempo que tenho para ler. Mais alienada, impossível.
Escrever então, nem se fala. Antigamente – e basta visitar os arquivos do blog para comprovar – era fácil falar e escrever sobre a maioria dos assuntos. Mas como já repeti zilhões de vezes, escrever para mim é um exercício. E meus neurônios estão atrofiados. Tenho estado bastante desestimulada – pelos motivos errados, eu sei. Só que tal motivo me serve de "desculpa esfarrapada" e não consigo resolver este imbróglio aqui, na minha cabecinha e, assim, essa "desculpa esfarrapada" continua servindo de verdade. Quanto ao apego ao sofrimento, definitivamente não serve para mim. Preciso de tranqüilidade e bom humor para escrever sobre coisas variadas, algumas até sofridas, mas de preferência coisas leves. Uma ligeira mudança em minha vida provocou uma brisa de ar fresco e acho que não devo deixá-la – a brisa – passar (o que quer que aconteça com relação a esta novidade não está no meu controle, mas me deu um “quê” de inspiração e decidi não desperdiçar). Estou aqui hoje, para espantar este desestímulo, esse fantasma em forma de “desculpa esfarrapada” na marra. Sai, encosto! E vamos ver no que dá. Assim, depois de um suspiro profundo e confortador, posso dizer-lhes “até breve”.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Bem-vindo à minha vida

Por uma deliciosa parceria!
PS: Nunca mais verei Pulp Fiction do mesmo jeito...
Imagem original daqui.
domingo, 9 de novembro de 2008
O que tenho feito...
Arquivado fotos
Bancado a boba
Caminhado regularmente
Dormido pouco
Evitado carboidratos
Fotografado tudo
Gerado expectativas
Hibernado bastante
Ido ao cinema
Jogado sinuca
Liberado espaço
Mudado opiniões
Nutrido paixões
Observado demais
Pintado o cabelo
Quitado dívidas
Relido livros
Sambado menos
Trabalhado muito
Utopicamente persistido
Vivido extremos
Xeretado um bocado
Zombado dos imbecis
Bancado a boba
Caminhado regularmente
Dormido pouco
Evitado carboidratos
Fotografado tudo
Gerado expectativas
Hibernado bastante
Ido ao cinema
Jogado sinuca
Liberado espaço
Mudado opiniões
Nutrido paixões
Observado demais
Pintado o cabelo
Quitado dívidas
Relido livros
Sambado menos
Trabalhado muito
Utopicamente persistido
Vivido extremos
Xeretado um bocado
Zombado dos imbecis
domingo, 2 de novembro de 2008
Quadrilha : A revolução dos avatares - Episódio I
PS: Para quem não pode acessar o Youtube, veja aqui.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Madureira
Em meio ao turbilhão de eventos postáveis dos últimos tempos, nada me despertou mais inspiração para reativar o TdS do que uma palavra: Madureira. Coração do subúrbio carioca, o famoso bairro carioca sempre esteve presente em minha vida. Nascida e criada em São João de Meriti, era fácil - e posso dizer até obrigatório, freqüentar Madureira. Hoje existe o Shopping Grande Rio lá na terrinha, mas nos idos de 80 e qualquer coisa, só tínhamos o Madureira Shopping Rio. Cinema? Tudo bem que havia o Art (argh) e o Santa Rosa (hmm), mas nenhum se comparava com "O" São Luiz lá em Madureira. Sem falar que, fora da Av. Rio Branco, na minha cabecinha oca, só em Madureira havia McDonalds! Era um espetáculo!
Minha infãncia e muito menos minha adolescência não teriam sido as mesmas sem passar por Madureira. "Passar" mesmo, literalmente. O bairro sempre foi baldeação praticamente obrigatória para mais da metade dos endereços que eu precisa ir, principalmente de família. O pensamento era mais ou menos esse: na dúvida, vai para Madureira porque de lá com certeza você chega onde quiser. Compras de Natal? Madureira! Dia das Crianças? Madureira? Balangandãs de carnaval? Madureira, claro! Mas carnaval é quase um anagrama de Madureira. O bairro respira Samba e transpira carnaval.
Bom, o fato é que existe muita gente mais capaz de falar bonito de Madureira do que eu. E foi isso que me trouxe aqui hoje. Ou melhor, foi ele: Arlindo Cruz. Direto do Lapa 40° para o TdS, via Grammy Latino (é isso mesmo, ele concorre ao GL com essa música), com vocês:
O Meu Lugar
(Arlindo Cruz e Mauro Diniz )
O meu lugar
É caminho de Ogum e Iansã
Lá tem samba até de manhã
Uma ginga em cada andar
O meu lugar
É cercado de luta e suor
Esperança num mundo melhor
E cerveja pra comemorar
O meu lugar
Tem seus mitos e Seres de Luz
É bem perto de Osvaldo Cruz,
Cascadura, Vaz Lobo e Irajá
O meu lugar
É sorriso é paz e prazer
O seu nome é doce dizer
Madureira, lá lá laiá, Madureira, lá lá laiá
Ah que lugar
A saudade me faz relembrar
Os amores que eu tive por lá
É difícil esquecer
Doce lugar
Que é eterno no meu coração
E aos poetas trás inspiração
Pra cantar e escrever
Ai meu lugar
Quem não viu Tia Eulália dançar
Vó Maria o terreiro benzer
E ainda tem jogo à luz do luar
Ai que lugar
Tem mil coisas pra gente dizer
O difícil é saber terminar
Madureira, lá lá laiá, Madureira, lá lá laiá, Madureira
Em cada esquina um pagode num bar
Em Madureira
Império e Portela também são de lá
Em Madureira
E no Mercadão você pode comprar
Por uma pechincha você vai levar
Um dengo, um sonho pra quem quer sonhar
Em Madureira
E quem se habilita até pode chegar
Tem jogo de lona, caipira e bilhar
Buraco, sueca pro tempo passar
Em Madureira
E uma fezinha até posso fazer
No grupo dezena centena e milhar
Pelos 7 lados eu vou te cercar
Em Madureira
E lalalaiala laia la la ia...
Em Madureira
PS: Se falar de Madureira remete à samba, falar de samba remete à Luiz Carlos da Vila, mais uma estrela que passou em nossas vidas irradiando poesia e sem receber o reflexo de volta... E, por você Da Vila, O Show Tem Que Continuar!
Minha infãncia e muito menos minha adolescência não teriam sido as mesmas sem passar por Madureira. "Passar" mesmo, literalmente. O bairro sempre foi baldeação praticamente obrigatória para mais da metade dos endereços que eu precisa ir, principalmente de família. O pensamento era mais ou menos esse: na dúvida, vai para Madureira porque de lá com certeza você chega onde quiser. Compras de Natal? Madureira! Dia das Crianças? Madureira? Balangandãs de carnaval? Madureira, claro! Mas carnaval é quase um anagrama de Madureira. O bairro respira Samba e transpira carnaval.
Bom, o fato é que existe muita gente mais capaz de falar bonito de Madureira do que eu. E foi isso que me trouxe aqui hoje. Ou melhor, foi ele: Arlindo Cruz. Direto do Lapa 40° para o TdS, via Grammy Latino (é isso mesmo, ele concorre ao GL com essa música), com vocês:
O Meu Lugar
(Arlindo Cruz e Mauro Diniz )
O meu lugar
É caminho de Ogum e Iansã
Lá tem samba até de manhã
Uma ginga em cada andar
O meu lugar
É cercado de luta e suor
Esperança num mundo melhor
E cerveja pra comemorar
O meu lugar
Tem seus mitos e Seres de Luz
É bem perto de Osvaldo Cruz,
Cascadura, Vaz Lobo e Irajá
O meu lugar
É sorriso é paz e prazer
O seu nome é doce dizer
Madureira, lá lá laiá, Madureira, lá lá laiá
Ah que lugar
A saudade me faz relembrar
Os amores que eu tive por lá
É difícil esquecer
Doce lugar
Que é eterno no meu coração
E aos poetas trás inspiração
Pra cantar e escrever
Ai meu lugar
Quem não viu Tia Eulália dançar
Vó Maria o terreiro benzer
E ainda tem jogo à luz do luar
Ai que lugar
Tem mil coisas pra gente dizer
O difícil é saber terminar
Madureira, lá lá laiá, Madureira, lá lá laiá, Madureira
Em cada esquina um pagode num bar
Em Madureira
Império e Portela também são de lá
Em Madureira
E no Mercadão você pode comprar
Por uma pechincha você vai levar
Um dengo, um sonho pra quem quer sonhar
Em Madureira
E quem se habilita até pode chegar
Tem jogo de lona, caipira e bilhar
Buraco, sueca pro tempo passar
Em Madureira
E uma fezinha até posso fazer
No grupo dezena centena e milhar
Pelos 7 lados eu vou te cercar
Em Madureira
E lalalaiala laia la la ia...
Em Madureira
PS: Se falar de Madureira remete à samba, falar de samba remete à Luiz Carlos da Vila, mais uma estrela que passou em nossas vidas irradiando poesia e sem receber o reflexo de volta... E, por você Da Vila, O Show Tem Que Continuar!
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Coral Michelin
Por influência dos meus pais, passava a infância trocando discos na vitrolinha vermelha e cantando toda a discoteca da casa. Muitas vezes, as músicas sequer eram do meu tempo. Mas minha lembrança disso é de que era extremamente divertido. Desta época eu já podia perceber um certo encantamento e agora já crescida (pelo é o que diz meu RG) posso dizer que a música me remete a uma sensação muito boa, de energia, alegria, harmonia e paz.
Algumas letras me emocionam (mas isso não é novidade para ninguém) e muitas vozes me tocam muito lá no fundo. Mas é a união de vozes e os sons que desta união se formam, que muitas vezes fazem meu coração bater mais forte. Dessa união de vozes, surge um novo sentido para uma velha canção conhecida. E isso é simplesmente fantástico.
Agora a novidade: ser coralista. E desde agosto do ano passado, passei a não só sentir tudo de bom que a música transmite, mas principalmente, a vivenciá-las intensamente. E assim descobrir que - além de tudo o que eu achava que já sabia em relação à música - ela também rejuvenesce ao me fazer reviver (com muito mais técnica, é claro) a cantoria da infância a cada ensaio e a cada apresentação.
Descobri nesse primeiro ano que:
Ser coralista é ser mais alegre, de bem com a vida, não só porque rimos e nos divertimos muito nos ensaios, mas conhecemos pessoas que outra forma seriam apenas um rosto no turbilhão de nosso dia-a-dia;
Ser coralista é um exercício de humildade, quando abrimos mão de aparecer (ou se fazer ouvir) individualmente pela unidade de um todo;
Ser coralista é ser uma pessoa realizada porque percebo no olhar das pessoas a alegria e emoção que tentamos transmitir.
Ser coralista é saber que naquele momento o amor pelo fazemos extrapola o tangível e contagia o ambiente. Isso é único, é sublime, é quase divino.
Tenho muito orgulho de ser coralista nesse grupo maravilhoso e agradeço a cada um de vocês a oportunidade impar que me está sendo concedida. Que esse seja o primeiro de muitos anos de muita energia, alegria, harmonia e paz, ou seja de muita música para todos nós.
Algumas letras me emocionam (mas isso não é novidade para ninguém) e muitas vozes me tocam muito lá no fundo. Mas é a união de vozes e os sons que desta união se formam, que muitas vezes fazem meu coração bater mais forte. Dessa união de vozes, surge um novo sentido para uma velha canção conhecida. E isso é simplesmente fantástico.
Agora a novidade: ser coralista. E desde agosto do ano passado, passei a não só sentir tudo de bom que a música transmite, mas principalmente, a vivenciá-las intensamente. E assim descobrir que - além de tudo o que eu achava que já sabia em relação à música - ela também rejuvenesce ao me fazer reviver (com muito mais técnica, é claro) a cantoria da infância a cada ensaio e a cada apresentação.
Descobri nesse primeiro ano que:
Ser coralista é ser mais alegre, de bem com a vida, não só porque rimos e nos divertimos muito nos ensaios, mas conhecemos pessoas que outra forma seriam apenas um rosto no turbilhão de nosso dia-a-dia;
Ser coralista é um exercício de humildade, quando abrimos mão de aparecer (ou se fazer ouvir) individualmente pela unidade de um todo;
Ser coralista é ser uma pessoa realizada porque percebo no olhar das pessoas a alegria e emoção que tentamos transmitir.
Ser coralista é saber que naquele momento o amor pelo fazemos extrapola o tangível e contagia o ambiente. Isso é único, é sublime, é quase divino.
Tenho muito orgulho de ser coralista nesse grupo maravilhoso e agradeço a cada um de vocês a oportunidade impar que me está sendo concedida. Que esse seja o primeiro de muitos anos de muita energia, alegria, harmonia e paz, ou seja de muita música para todos nós.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
sábado, 12 de julho de 2008
Sobrevivi
Yeahhh!
Sobrevivi à minha primeira exposição no Blog de Fotografias dO Globo.
Nem fui espinafrada pelo Marcelo Carnaval!
Crédito compartilhado com a Hivy, claro! Detalhes aqui.
Sobrevivi à minha primeira exposição no Blog de Fotografias dO Globo.
Nem fui espinafrada pelo Marcelo Carnaval!
Crédito compartilhado com a Hivy, claro! Detalhes aqui.
Assinar:
Postagens (Atom)