sexta-feira, 21 de janeiro de 2005
Viva S. Sebastião!!!
segunda-feira, 17 de janeiro de 2005
Essa família é muito unida! Laia-laiá....
Sábado foi dia da festa de 3 aninhos da gatíssima Maria Eduarda. Não consigo formar uma opinião bem definida sobre as modernas festas infantis. Tudo é muito burocrático. Muito arrumadinho, não? Acho que nem Caco Antibes poderia falar mal. Mas tem alguma coisa que me incomoda. Ao chegar uma recepcionista coloca seu nome no computador e recebe os presentes. Se você não fez um cartão, não tem problema algum: ela imprime um na hora em seu nome. Lá dentro acontece tudo junto ao mesmo tempo. Música (que vai dos clássicos infantis regravados à insuportável Pitty) recreação, jogos eletrônicos, brinquedos (piscina de bolas, pula-pula, castelo de ar), videokê (outro som), dardos e sabe-se lá mais o quê. Ok. Podem dizer que não tenho filhos e se os tivesse veria todo esse aparato de outra forma. Talvez. Mas acho estranho. Um monte de adolescentes e alguns adultos bêbados metidos a caras-legais-que-acham-que-animam-festas brincando nos jogos e as crianças – as maiorzinhas – olhando e esperando que alguém lhes dê a vez. As menorzinhas estão com os recreadores com atividades até legais, mas dispersas no meio de tanta opção de passa-tempo. A mesa do bolo (sem bolo) agora fica num palco e ninguém chega perto pra cantar o “Parabéns pra Você”. Cada um na sua mesa acompanhando o play-back da canção mais conhecida do mundo. Novamente entram em cena os recreadores que se colocam ao redor da mesa e, com pom-pons coloridos desviaram a atenção da aniversariante da música fazendo-a choramingar por um pom-pom cor de rosa. Não estou falando mal da festa. Foi divertido. Mas é estranho. Muito automático. Muito organizado. Sem entusiasmo, espontaneidade. Queria uma coxinha de galinha.
Domingo foi almoço de família comemorando o aniversário da Tia Dirce (irmã mais velha da minha mãe). 42º na Tijuca. Três filhas de Seu Beleza – meu avô - reunidas para a macarronada com carne assada e um feijão que me faz aguar até agora.
(Dinéa, Dirce e Dalvinha)
Além do excesso de comilança (gula mesmo, pura e aplicada, que me fez perder o sono até quase 2 da madrugada), o domingo marcou pela abertura dos arquivos fotográficos da Família Simas e agregados. Tudo começou bastante comportadinho com dois grossos álbuns de fotos bem antigas mesmo. Aquelas em pb com a borda cortadinha, sabem como é? Poses bem arranjadas e perfis combinados. Várias lembrancinhas de 1 aninho dos meus primos, a minha própria e a da minha irmã. Coisinhas mais fofas! Dalvinha “nos trinques”, louríssima! Fotos e mais fotos muito legais que geraram o seguinte comentário de Carol (filha caçula de meu primo número 3 – somos 7 e eu sou a número 5): “Pôxa, vocês são velhos mesmo, hein? Quanta foto em preto-e-branco!!!!” Por isso, em sua homenagem, Carol Almeida (Simas por parte de pai) em PB:
O problema da tarde em família foi quando se descobriu o acervo do Seu Oscar, o Papparazzi. Se eu tivesse que resgatar todas as fotos nas quais apareço horrorosa – seja brega ou feia mesmo – estaria falida. Algumas valiam muito dinheiro, mesmo (uma delas com um indescritível lencinho vermelho amarrado no pescoço). Tudo bem, década de 80 e muitas fotos foram mal-tiradas mesmo (hehehe). No fim, me perdôo, mas nunca mais remexo aqueles álbuns. Never! Jamais!
sexta-feira, 14 de janeiro de 2005
Colcha de retalhos
Sábado foi dia de Show do Oswaldo no Claro Hall e me dei conta de duas coisas. A primeira é que é um saco ir a um show sozinha. Não ter com quem comentar as músicas, as piadinhas, as lembranças que as músicas despertam é chato mesmo. Tá, até dá pra conversar no dia seguinte, contar pra mãe, etc. Mas não é a mesma coisa. Perde-se muito do que aconteceu ali na hora. E a segunda é que, se eu não fosse mais uma vez por não ter companhia, teria sido muito pior. A trupe toda no palco: Zé Alexandre, Sergio Chiavazolli, Eduardo Costa, Lui Coimbra. Público cantando junto. Poxa, valeu muito a pena, mesmo estando desacompanhada. Como pode? Coisas de Claudinha...
A semana desde então – excetuando-se o ritmo acelerado já citado e uma gripe (ou seria virose?) que me sugou as forças um bocado – prosseguiu sem grandes novidades. Não consigo terminar o livro que estou lendo (REIMAM, Joey. “Idéias”). Acho que o texto está muito repetitivo e isso piora cada vez que tento retomar a leitura e, conseqüentemente, preciso voltar uma ou duas páginas pra me situar. Mas vou terminá-lo ainda em janeiro. Questão de honra e, como muito bem diz João Gurgel: “a morte antes da desonra!”.
Na TV teve a estréia do BBB5, mais sem graça que os anteriores. Eu até tinha pensado em tentar assistir com um pouco mais de boa vontade dessa vez, mas não consigo. É mais forte que eu e acabo mudando de canal. Estreiou também “Hoje é dia Maria”. Aliás adorei “...Maria”. Mesmo com o sotaque exagerado super criticado. Achei tudo muito bonito, uma produção caprichada mesmo. Primorosa (essa é a palavra e que não sai da minha cabeça desde um dos churrascos de fim de ano aqui na empresa)! E as músicas, então? Tudo muito legal mesmo. A impressão que eu tive era que eu estava lendo a TV. Um livrinho de história em audio e video. Gostei muito. Pena que não consegui assistir ontem e hoje minha agenda também não vai permitir: show do Milton Guedes no Partitura. Imperdível! Depois conto como foi.
Antes de terminar, é só comigo ou mais alguém se assusta com o “carinha” que fica bisbilhotando os caixas eletrônicos do HSBC? Aquele cartaz me irrita profundamente porque eu sempre acho que tem mesmo alguém de soslaio atrás de mim ... Ninguém merece!
segunda-feira, 3 de janeiro de 2005
Que venha 2005!
Foi um super feriado. Reencontrei muita gente querida e conheci pessoas maravilhosas das quais eu só havia ouvido falar. Foram muitas horas atualizando os assuntos, me divertindo bastante e ouvindo intermináveis comentários sobre o bicampeonato do Santos. A virada foi na beira da praia, em excelente companhia, devo dizer! Resumindo, foi um feriado bem agitado e acabei impedida de fazer a tradicional retrospectiva do ano.
Pra ser bem sincera, não sei mesmo se quero fazer retrospectiva. Basicamente, 2004 foi um ano de decisões importantes. Grandes reviravoltas. Mas que poderia ter passado sem os problemas causados por alguns tropeços e erros que só agora sei que poderiam ter sido evitados. Muitas mudanças e, taurina que sou, muita resistência também. Mas acho que a palavra de ordem para a minha vida em 2004 foi reencontro. Pode parecer piegas, mas devo ao Orkut os melhores momentos do ano. Tudo o que ele fez foi me reaproximar de pessoas que eu nem ousava mais sonhar reencontrar, fosse apenas reestabelecendo o contato ou mesmo proporcionando encontros de verdade, com abraços demorados e tudo. E tem sido maravilhoso. Mais que isso até. Uma verdadeira retomada de inspiração.
Planos para 2005? Não sei, sempre tive medo de fazê-los pra mim mesma e não cumpri-los ficando com minha consciência de juiz. Escrever, não sei se é uma boa idéia! Bom, mas vamos lá... começou, ta começado:
1) Ser menos preguiçosa e aproveitar melhor cada dia.
2) Voltar a estudar.
3) Ser menos implicante.
4) Cuidar de mim. Não vou fazer dieta (me alimento até muito bem) mas preciso me movimentar... E isso vai ser um problema! Ô!
5) Gastar menos (ou gastar melhor, se é que é possível).
6) Tomar mais cuidado para retornar todos os e-mails e telefonemas que recebo.
7) Ficar perto de quem me faz bem.
8) Ficar perto de quem precisar de mim.
9) Não perder o contato com aqueles que reencontrei em 2004.
10) Voltar a tocar um instrumento (isso depende diretamente do item 5).
11) Voltar a ir mais ao cinema. 2004 foi um desastre nesse sentido.
12) Ser feliz todos os dias. Um dia de cada vez, como tudo na vida.
Não está em ordem de prioridades e tenho certeza de que muita coisa ainda está de fora. Mas já é um avanço e tanto listá-las assim, publicamente. Vamos ver como eu me saio.
Finalizando, inspirada que estou, que desejo a todos um 2005 com todas as oportunidades do mundo assim como a mente aberta para enxergar cada uma delas e a força para perseguí-las e conquistá-las. Que consigamos realizar nossos sonhos, viver nossos amores, curtir nossas famílias e tocar nossas vidas com muita alegria, bom-humor e pessoas queridas à nossa volta. Super beijo!
sábado, 25 de dezembro de 2004
Feliz Natal
segunda-feira, 20 de dezembro de 2004
Tudo em Simas mesmo: pra família toda!
Chegando perto da hora do almoço, Srta. Crisca entra na sala quase histérica: “A comida hoje é horrível!!!! Vamos almoçar fora!” Concentrada que estava em algumas tarefas, simplesmente acreditei nela e a turma do cafofo resolveu dar-se de presente um almoço no disputado Restaurante Siri do Galeão. Duas horinhas ótimas de folga saboreando um caprichado Risoto de Frutos do Mar que agradou bastante até mesmo quem não é assim tão fá de frutos do mar – eu!
Na volta telefonei pra minha mãe. Dalvinha sequer me esperou dizer o que eu queria (afinal fui em quem ligou) e me deu a notícia do ano: Vivi - Viviane Simas, minha irmã - tirou nota suficiente no ENEM para cursar Psicologia na Estácio com bolsa integral através do PROUNI do MEC! Eu nem acreditei... Sabem quando a notícia é tão boa que a gente tem medo de que esteja faltando um detalhe? Eu ainda perguntei, “Mãezinha, tem certeza? A bolsa é mesmo de 100%?” E não é que é mesmo! Olhei no site e ta lá o nome dela. Desculpem-me vocês mas estou feliz demais pra escrever certinho.... Ta quase falado eu sei, mas acho que não vou conseguir fazer de outra forma!
PARABÉNS, VI!!!!!! Estou muito feliz e orgulhosa, por você e de você!
domingo, 19 de dezembro de 2004
Não foi um domingo qualquer
"Fiquei mudo ao lhe conhecer...
O que vi foi demais, vazou
por toda selva do meu ser,
nada ficou intacto.
Na fronteira de um oásis,
meu coração em paz, se abalou:
É surpresa demais que trazes
'Inda bem que eu sou FLAMENGO!!!
Mesmo quando ele não vai bem,
algo me diz em rubro-negro
que o sofrimento leva além:
Não existe amor sem medo
Boa noite!"
É isso: depois de todo o sofrimento deste campeonato, 6 x 2 foi um bom descarrego. MENGOOOOOOOOO!
Bom, antes que eu seja chamada de egoísta, lá vai:
SANTOOOOOOOOOOOOOSSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!!! Em homenagem aos meus mais que queridos amigos da Baixada Santista que, a essa altura dos acontecimentos, já devem estar totalmente sem voz. Sem dúvida eles são as estrelas do dia. Muitos e muitos beijos pra vocês!
Assisti ao jogo entre Botafogo e Atlético Paranaense no shopping, onde fui almoçar. Aliás, matei minha fome de comida japonesa - muito bem matada, por sinal! Pra ser mais exata, na hora dos jogos eu estava no salão, fazendo as unhas. Típico, não? Bom, mas foi assim, ué. Os jogos acabaram quase ao mesmo tempo que a manicure e decidi terminar o domingo no cinema. Fui assistir "Dança Comigo?" e amei! É sabido que sou muito pouco exigente com relação à filmes. E sendo assim, "facim facim", uma razoável comédia romântica dificilmente será considerada ruim por esta crítica nada crítica. Pra aqueles que preferirem considerar que meu senso crítico é questionável, faço a seguinte pergunta: alguém conhece algum filme com a Susan Sarandon que seja ruim? Eu juro que não me lembro de nenhum. Algumas lágrimas discretas e eis-me aqui, concluindo o domingo numa lan-house onde um rapaz berra com o computador porque a sacerdotisa o está curando sem sua permissão. Vai entender....
Obs. 1: A formatação do post fica pra depois... Não consigo acertar cores nem grifar os nomes como de costume neste computador público e não faço a menor idéia do porquê. - DONE!
Obs. 2: A manhã djavaneada me fez lembrar de um dia bem legal, quando a Julinha (nem sei se ela se lembra disso) conseguiu colocar meu nome como assistente da produção do Multishow na lista da porta do lançamento do Songbook (2 volumes) do Djavan. Ai, ai... Beijão inter-oceânico pra você, Julia!
sábado, 18 de dezembro de 2004
E a festa rolou
Voltando um pouco, na quinta-feira foi a cerimônia de colação de grau da turma "Cadê a Bomba do Saddam Hussein?", da qual faz parte justamente minha querida Crisca. Descobri por lá que ela é querida mesmo, não só por mim, mas por muita gente! Encontrei pessoas maravilhosas entre alunos, ex-alunos e professores. Foi uma noite bastante agradável - apesar do interminável, porém previsível discurso do Arlindo (quem mandou convidá-lo para Patrono?) Descobri ainda que Chico Dudu e Guilherme - membros do melhor SepcPol ever! - foram aprovados para o Mestrado de Ciências Políticas da UERJ. É isso rapazes: estou muito feliz e orgulhosa por vocês! Sempre mostrando que são bons em tudo o que fazem.
terça-feira, 14 de dezembro de 2004
Chocada mesmo!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2004
Segurança?
Trava nas portas? Carro blindado? Guarda-costas? Polícia? Forças armadas?
Camisinha? Abstinência?
Família? Amigos?
Emprego? Estabilidade?
Tudo isso? Nada disso?
É seguro ficar em casa? Ler um romance? Cozinhar? Manter um blog?
Quero saber o quanto é seguro ser sincero, ser honesto, compartilhar.
Ficar sozinho é seguro? Relacionar-se? Trair? Romper? Esquecer?
Decidir é seguro? E decidir-se? Dormir? Pensar? Imaginar? Sonhar? E desejar?
Confirmar, só por segurança, é seguro? Ensaiar, pra dar segurança, é seguro? Esclarecer? Concordar? Discordar?
Quem é totalmente seguro? Quem está totalmente seguro? É necessário ser ou estar seguro? Para que ser ou estar seguro? Para quem? Por quem? Quando? Por quê?
Existe o amar com segurança? Existe o viver com segurança? Existe o tal porto seguro? Se existe, está aberto a todos?
Você está seguro disso?
quinta-feira, 9 de dezembro de 2004
Ontem e hoje
Desenho de Giz
(João Bosco e Abel Silva)
Quem quer viver do amor
Mas não quer de suas marcas
Qualquer cicatriz
ilusão do amor não é risco na areia, desenho de giz
Eu sei o que vocês vão dizer
que a questão é querer, desejar, decidir
Aí diz o meu coração:
Que prazer tem bater se ela não vai ouvir?
Aí minha boca me diz:
Que prazer tem sorrir se ela não me sorri também?
Quem pode querer ser feliz se não for por um grande amor?
Eu sei o que vocês vão dizer
A questão é querer, desejar, decidir
Aí diz o meu coração:
que prazer tem bater se ela não vai ouvir?
Cantar? Mas me diga pra quê
E o que vou sonhar só querendo escapar à dor?
Quem pode querer ser feliz se não for por um amor?
terça-feira, 7 de dezembro de 2004
Maravilhas do Findi: Mr. Big e o Clube de Castores
Babei também quando voltei para ver o finzinho da novela e a cena era do Barão de Bonsucesso que habilmente conseguia fazer com que sua amada – D. Laura – se submetesse aos exames que irão diagnosticar, em breve, que ela está sofrendo do fatídico Mal de Alzheimer. Uma cena simples mas que deu um banho de romantismo e sensibilidade em todo o núcleo principal da estória, repleto dos clichês folhetinescos. Fim da novela e mais uma rodada no controle remoto. Estava passando Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal, Mas já estava pra lá do meio... Uma pena porque eu a-do-ro esse filme! Fui dormir.
Bom, chega de tv. Fazendo o update sobre o fim de semana, saiu quase tudo como o planejado. De inesperado, (é claro que eu tenho que me atrapalhar, não?) foi o fato de eu ter esquecido em casa o resumo do livro Le Colonel Chabert que eu deveria apresentar no curso de francês. Sem problemas, só tive que tentar gaguejar o menos possível. Claro que não funcionou bem assim (nunca gaguejei tanto na vida) e acho que deu pra enganar... Mas deu um nervosim!
Da Aliança Francesa, em Botafogo, para o Saara, no centro da Cidade. Esqueci completamente que já estamos em ritmo de compras de Natal. O lugar estava que era só cabeça para qualquer lado que eu olhava. Só consegui encontrar parte do kit de presentinhos que quero montar para o meu querido Inimigo Oculto. Não dava pra procurar mais, afinal ainda havia muito que fazer e eu ainda tinha a opção da Feira de S. Cristóvão no domingo (hoje vai ser a entrega dos presentes e amanhã já posso contar quem é meu querido Inimigo Oculto e o que ele ganhou, ok?).
Corri pra Tijuca. Almoço e salão (santa vaidade, Batman!) e após “enruivecer”, coloquei-me a caminho da Ilha do Governador, pro Encontro de Natal do DCC-01. Mais uma vez encontrei amigos mais que queridos e valiosos. Fui pra cozinha (pra variar, afinal o CC RJ Ilha do Governador sempre foi uma segunda casa pra mim) e, terminado o jantar, fui dormir na casa da Ana Paula e do Lúcio (com os quais também não falava há quase dez anos). Papo vai, papo vem, fomos dormir pra lá de 3 horas da manhã! Mas como valeu a pena. É muito bom poder reencontrar pessoas queridas, vê-las tão bem e saber que ainda temos muito assunto em comum. Acabei me rendendo ao gostinho de quero mais e voltei pro segundo dia do Encontro. Já mencionei que estava me sentindo em casa, mas no encerramento fui “adotada” de vez: saí do Encontro devidamente empossada como CC Honorária do CC RJ-Ilha do Governador. Foi realmente um grande presente de Natal e me sinto muito honrada por isso. E vamos trabalhar!
Terminei o domingo em casa após passar na Feira de S. Cristóvão e terminar meu Kit (e como adoro aquele lugar!) assistindo Harry Potter e a Pedra Filosofal e pronta, agora, pras emoções da semana....
sexta-feira, 3 de dezembro de 2004
Ipanema, 2 de dezembro de 2004
O fim de semana vai ser agitado. Aula de francês pela manhã, Saara e Feira de São Cristóvão à tarde (para comprar os presentinhos de meu querido Inimigo Oculto) e Encontro de Natal do Clube de Castores à noitinha, na Ilha. Muita coisa pra fazer e pouco tempo pra pensar em sensações inultilmente insistentes (não consegui tirar isso da minha cabeça o dia inteiro).
Outra coisa que não me saiu da cabeça:
"Se por acaso morrer do coração, é sinal que amei demais,
Mas, enquanto estou viva e cheia de graça, talvez ainda faça um monte de gente feliz." (Rita e Roberto)
Contraditório, não?....
quinta-feira, 2 de dezembro de 2004
Clube da esquina
SONHO REAL
(Lô Borges/Ronaldo Bastos)
A primeira vista
A paixão não tem defesa
Tem de ser um grande artista
Pra querer se segurar
Faz tremer a perna
Faz a bela virar fera
Quando alguém que a gente espera
Quer se chegar
Só de pensar
Já me faz mais feliz
Nem bem o amor começa
Eu já quero bis
Chega e instala a beleza
No mesmo momento. . .
Ilusão tão boa
Quanto o astral de uma pessoa
Chega junto, roça a pele
E já quer se enroscar
Lê seu pensamento
Paralisa seu momento
Ao se encostar
Felicidade pode estar pelo sim
Às vezes do teu lado
Tem alguém afins
Chega e instala a beleza
No mesmo momento. . .
Vem andar comigo
Numa beira de estrada
Desse lado ensolarado
Que eu achei pra caminhar
Vem meu anjo torto
Abusar do meu conforto
Ser meu bem em cada porto
Que eu ancorar
Felicidade pode estar pelo sim
Às vezes do teu lado
Tem alguém afins
Chega e instala a beleza
Momento de sonho real...
Precisa falar mais? Fiquei tentada a destacar meus versos preferidos, mas deixa pra lá.....
segunda-feira, 29 de novembro de 2004
Aproveitando o intervalo forçado
O fim de semana foi bem legal. Fomos (Sandrinha, Cláudia, eu e Silvete) ao Clã Café no Cosme Velho. Eu adoro aquele lugar e, no sábado, foi o programa perfeito. Depois demos uma passadinha na Lagoa pra ver a nova Árvore aliás, maravilhosa como sempre.
Obs.: desisti da foto..... toda hora fica indisponível.... :o(
terça-feira, 23 de novembro de 2004
Não é a mamãe!
Pai:
Que o seu dia seja excelente.
Que você nunca se esqueça dos seus sonhos e que eu possa estar por perto para te ajudar a realizá-los.
E que você seja sempre esta pessoa incrível e este pai maravilhoso que tem sido nesses tantos anos.
Te amo muito!
Só pra registrar, meu caro amigo Wlad (o meu, o seu, o nosso Véio Zuza) está oficialmente de férias. Isto significa que esta tecnoburocrata que vos escreve está oficialmente encrencada. Por três semanas, é bem provável que os senhores e senhoras freqüentadores deste humilde espaço não encontrem aqui nada com algum sentido lógico. Peço ainda, encarecidamente, que, caso sintam falta de mim, que dêem uma olhada por entre as pilhas de papéis que se multiplicarão pelo nosso simpático cafofo. Bom, dá pra perceber que não posso me estender...... Fui!
sexta-feira, 19 de novembro de 2004
Qui nem Jiló
"Se a gente lembra só por lembrar
O amor que a gente um dia perdeu
Saudade inté que assim é bom
Pro cabra se convencer
Que é feliz sem saber
Pois não sofreu
Porém se a gente vive a sonhar
Com alguém que se deseja rever
Saudade, entonce aí, é ruim
Eu tiro isso por mim,
Que vivo doido a sofrer
Ai quem me dera voltar
Pros braços do meu xodó
Saudade assim faz roer
E amarga que nem jiló
Mas ninguém pode dizer
Que me viu triste a chorar
Saudade, o meu remédio é cantar"
(Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira)
Pausa na quietude pra lamentar a saída do Lessa do BNDES. Não gostei nem um pouco. O governo está cada vez mais estranho. Muito estranho aliás. Eu acreditava que a esquerda no poder não iria fazer nada realmente de esquerda, mas assim já está demais, não? Que o FHC priorizasse o econômico em detrimento do social, era previsível, ainda que não aceitável. Agora, que o Lula faça isso também, e não é só um pouquinho, é muito estranho. Bom cada vez mais, menos eu me surpreendo. E a sensação de impotência só aumenta.
Já que é sexta-feira, permitam-me expressar meu total descontentamento com os ASPONES. O programa é legal, mas precisava ressuscitar o Oswaldo Montenegro na mídia só pra dramatizar a chatice do personagem? Santa implicância, Batman!
“Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito.
E que o teu silêncio me fale cada vez mais.
Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba.
E que ninguém a tente complicar porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer.”
(Oswaldo Montenegro)
quinta-feira, 18 de novembro de 2004
Pensamentos multifacetados
Ainda sobre internet, fica aqui uma indicação: o site Quatrocantos.com mantém uma lista de artigos sobre verdades, meias verdades, lendas, mitos e pulhas na internet, sejam elas divulgadas na própria web ou aquelas que adoram entulhar nossas caixas de e-mail (aquelas dúzias de e-mails sobre substâncias perigosas, autores famosos de textos duvidosos e os últimos e superpoderosos vírus que nem a Microsoft conseguiu evitar). O Quatrocantos.com não faz exatamente investigações. Apenas mantém suas portas abertas à lógica. Vale a pena.
E hoje me deu uma saudade infinita de alguma coisa.... Conseqüentemente lembrei de Vinícius.
Ausência
Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu,
Porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.
(Vinícius de Moraes)
Atualizações
Acabei de ler o Código Da Vinci na sexta-feira à noite. Foram cinco dias de aventuras por Paris e Londres. O livro é realmente magnetizante. Um romance muito bom. E o melhor é que teremos Tom Hanks na telona na pele de Robert Langdon! Ou seja, como me conheço bem, nova contagem regressiva até o lançamento. Santa ansiedade, Batman!
Pela primeira vez em 3 décadas fiquei com vergonha de ser flamenguista. Pelo time e pela torcida... Não sei o que é pior...
quinta-feira, 11 de novembro de 2004
Minha varanda comercial!
Esta é a vista oferecida de graça a quem visita as instalações do Parque Gráfico da Infoglobo em lindos dias de primavera. Podem falar: é ou não é uma benção? A câmera não é lá grande coisa mas, com um pouquinho de boa vontade (e bons óculos, claro), dá pra reparar que nossa "varanda" vai até a Serra de Terê, com direito ao Dedo de Deus e tudo!
Morram de inveja!!!!!!